Um pedacinho do que sou

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Sonhos..




Hoje tive um sonho...

Sonhei que estava numa estrada sozinha, caminhando sem destino, sem esperança, sem propósito, apenas caminhava sem rumo.
Até que alguém apareceu e me perguntou para onde ia, sem nem olhar para o lado disse que não sabia, só caminhava...

Então, percebi que não mais caminhava sozinha, alguém ia ao meu lado.
Mesmo não querendo, me falava de esperança, amor, fidelidade, paixão, sacrifício...
Acabei sendo seduzida pela esperança de um caminho cheio de vida e esperança e o melhor podia ser transformada por um amor maior que nem ao menos sabia que existia.

Continuo caminhando no mesmo caminho só que não mais sozinha, conheci alguém que mudou minha vida, criou expectativas e mesmo às vezes capengando está sempre comigo.
Sinto o seu cuidado, o seu amor, cura todas as minhas feridas que por uma vez ou outra acabo tropeçando e me machucando. Enche-me com palavras de ânimo e que com Ele tudo posso porque está me fortalecendo a cada dia, basta convidá-lo, basta deixá-lo ficar comigo.
Muitas vezes, quero estar só, desejo não mais caminhar com Ele mesmo assim não me abandona porque sabe que uma hora ou outra vou precisar dEle, mas sempre espera eu chamá-lo.
Respeita os meus momentos de fraqueza e independência porém, nunca me abandona.
Ele hoje é o meu tudo, o meu futuro, o meu hoje, a minha vida.
Não dependo mais de ninguém, apenas dEle.
Meu amado Jesus.
Amo você, da minha maneira falha, da minha maneira egoísta, da minha maneira relaxada, mas, o amo como nunca amei ninguém.
Esse sonho é real na minha vida.
Porque não é apenas um sonho é minha vida.

Fabiana Gomes.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Ama - me somente



Não quero, abrir mão do que tenho, por não saber do preço do que ainda virá.

Não quero, deixar que você se vá sem que possa sentir o o seu toque.

Não quero, estar insensível à sua presença mesmo que a cada dia a incerteza e a decepção me decline à isso. Então aproxime-se e faz sentir-me amada como somente você pode amar.

Não quero viver somente a minha vontade, mesmo ela grite com toda a sua força no interior do meu ser.

Ajuda-me a calar o que me afasta de Ti.
Então se aproxime e me faça sentir-me amada como só você me ama
Que eu possa ansiar por essa intimidade, por essa segurança que me faz permanecer no mesmo caminho que você, e tirar da minha mente os pensamentos e dúvidas que me fazem abrir mão de Vós.
Não quero, confiar em quem pode falhar e desistir mim, fazendo-me olhar para as falhas dentro de mim e enchergar as impossibilidades que me impedem de cre e crescer.

Não quero, amar quem não pode ou não tema mor para me amar e me enganar.

Não quero, fechar os olhos e te perder de vista sabendo que ao abrí-los podes não estar mais aqui.

Não quero, virar as costas porque sei que posso olhar para trás e não mais encontrá-lo e perder-te para todo o sempre.

Então me faça sentir esse amor, me faça sufocar em amor e possa em Ti confiar, sem medo de errar.
Senhor nunca deixe-me, mesmo que em algum momento eu queira sozinha caminhar, Quero sempre contigo poder contar porque seu amor é puro e independente de ações e palavras.
Não me deixe nunca meu Senhor Jesus.




Fabiana Gomes.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Os propósitos de Deus no sofrimento do homem




Eclesiastes 3.1
A Bíblia afirma que (...) há tempo para todo o propósito debaixo do céu (Ec 3.1). Não há acasos; Deus tem um propósito para cada acontecimento. Sendo assim, nós não podemos imaginar que Deus não tem propósitos para o sofrimento. Nem mesmo o sofrimento humano acontece por acaso.1 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS ÍMPIOSManifestar o caráter santo de Deus Salmo 107.17 – Esse texto afirma que os ímpios serão afligidos por causa dos seus pecados. As dores e as angústias sobrevêm aos incrédulos como conseqüência das suas transgressões. Há pessoas que vivem com o coração longe de Deus, se afundam nas suas iniqüidades e que, quando sofrem, perguntam-se: “Por que eu tenho sofrido tanto?” Deus, por causa de Sua própria santidade, além de abominar o pecado não pode ficar impassível diante de práticas pecaminosas. Assim, Ele age permitindo o sofrimento àqueles que vivem na prática do pecado.Promover a prática da justiçaIs 26.9 – O sofrimento que Deus permite aos ímpios tem por objetivo levá-los a aprender a viver uma vida reta. Uma das maneiras de se levar uma pessoa ímpia a viver uma vida correta é aplicando-lhe uma penalidade. A manifestação da justiça de Deus tem um efeito saudável dentro da sociedade, pois as pessoas começam a andar em retidão pelo medo da “punição”.2 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS CRISTÃOSLevar o crente de volta ao caminho correto Pv 3.11-12 – A dor é o “megafone” que Deus usa para fazer o “surdo” ouvir o que Ele tem a dizer. Quando estamos enfrentando dores e sofrimentos, devemos pedir a Deus para nos mostrar o caminho correto a seguir, para ajudar-nos em nossa conduta, fazendo-nos voltar para o caminho da retidão. Além do mais, é necessário compreender que esse tipo de ação permissiva de Deus (dor e sofrimento) não é sinal de que Ele nos abandonou. Pelo contrário, é sinal de que Ele nos ama, desejando nos levar a andar no melhor caminho: o caminho da vida.Desenvolver uma capacidade de compaixão pelos outrosII Co 1.4-5 – Esse texto nos ensina algumas verdades acerca do sofrimento: É Deus quem nos conforta no sofrimento – No mundo, nós, que somos cristãos, sempre vamos passar por tribulações (Jo 16.33). Todavia, com Deus esse estado de miséria é aliviado. Por essa razão, no verso 3 Deus é chamado de “o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação”. Deus está sempre disposto e é totalmente poderoso para nos consolar e nos confortar em nossos momentos de angústia e dor.É Deus que nos capacita para confortar no sofrimento de outros – O sofrimento é uma excelente escola, onde aprendemos a consolar e confortar as pessoas da mesma maneira como Deus o faz. Nós, seres humanos, somos diferentes de Deus: Enquanto Ele conhece todas as coisas sem nunca as ter experimentado, nós só conseguimos aprender a fazer algo através da experiência. Nunca aprenderemos a confortar pessoas a menos que passemos pelo sofrimento e recebamos o conforto divino. Se o próprio Jesus teve de aprender a obedecer pelas coisas que sofreu, tendo de experimentar o sofrimento e a tentação para poder socorrer os que são tentados (Hb 2.8), quanto mais nós temos de aprender na prática sobre a consolação divina para podermos consolar os que estão sofrendo.Deus enviou Cristo para que a nossa consolação transborde por meio dEle – Paulo também aprendeu a glorificar o merecedor de todas as graças que recebemos de Deus. Como recebemos a capacidade de consolar, temos de aprender a glorificar a Cristo, porque toda a nossa capacidade de confortar é transbordada por meio de Cristo.Confirmar o valor da fé1 Pe 1.6-7 – O sofrimento é um meio que Deus usa para fazer o crente crescer na sua fé. Pedro diz que o sofrimento é comparado à ação do fogo – A ação do fogo é múltipla. Ele destrói, consome, aniquila; mas a Escritura cita o fogo aqui como um elemento purificador, um elemento que torna o objeto aprovado, aperfeiçoado, confirmado. O processo de confirmação de nossa vida em fé é comparado ao processo da depuração do ouro pelo fogo.Pedro diz que a confirmação da fé vem por uma gama de sofrimentos – O fogo é sinônimo de sofrimento causado pelas provações: passamos por ele e por meio dele somos confirmados em nossa fé. Os destinatários da carta de Pedro estavam sendo provados com aflições. Não haveriam de sofrer por muito tempo, mas estavam sofrendo para que o valor da sua fé fosse confirmado. O sofrimento tem várias manifestações: Deus permite várias formas para causar crescimento no meio do seu povo. Por essa razão, Pedro diz que os crentes seriam contristados (entristecidos) “por várias provações”. Esse teste de fé está longe de ser uma experiência agradável.Pedro diz que o sofrimento para a confirmação da fé vem quando necessário – Nem todos os cristãos que passaram pelo mundo experimentaram os sofrimentos dos quais Pedro falava. Por essa razão ele diz: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações (...)”. A conclusão que se pode tirar dessa passagem é que nem todos sofrem, porque não é necessário que haja crescimento ou confirmação da fé somente por meio do sofrimento. O sofrimento não é algo inevitável ou necessário.Pedro diz que o sofrimento para a confirmação da fé não é longo – Mesmo que em certas ocasiões o sofrimento possa vir sobre os crentes, ele não permanece para sempre. Pedro diz que os crentes são contristados “por breve tempo”. O sofrimento é de duração limitada. Aliás, não podemos nos esquecer de que a duração curta da provação está em contraste com a alegria de que vamos desfrutar amanhã. Mesmo que o sofrimento dure a noite inteira, a alegria vem pela manhã.Aperfeiçoar o caráter cristãoRm 5.3-4 – Nesse texto, Paulo afirma que o sofrimento é um meio que Deus usa para aperfeiçoar o caráter dos cristãos. Mas, diferentemente da versão Revista e Atualizada da Sociedade Bíblica Brasileira, há outras versões da Bíblia que traduzem o texto de uma forma diferente. A palavra “tribulações” é traduzida como “sofrimentos”, “perseverança” é traduzida como “paciência” e “experiência” é traduzida como “caráter provado”. Assim: Paulo diz que os sofrimentos produzem perseverança – Na língua grega, a palavra “perseverança” pode também ser traduzida por paciência, persistência, constância. Essas são algumas características que se apresentam no homem maduro, que se mantêm leal à sua fé e aos seus propósitos mesmo quando está debaixo das maiores tribulações ou sofrimentos. Em geral, não crescemos quando estamos em plena calmaria de problemas. Em todos os ramos, o desenvolvimento aparece em hora de crise ou sofrimento.Paulo diz que a perseverança produz experiência – Essa é parte da reação em cadeia. Assim como os sofrimentos produzem a perseverança (ou paciência, ou constância, ou persistência), esta produz experiência. Na língua grega, a palavra “experiência” pode ser traduzida por “caráter provado”. A idéia é a de alguém que foi testado e saiu vitorioso no teste, tendo desenvolvido um caráter amadurecido pelos sofrimentos.Paulo diz que a experiência produz esperança – O sofrimento do cristão o conduz à perseverança, à firmeza, à constância e à paciência porque eles são conectados à esperança. Há alguma coisa no final que os faz levantar os olhos e crer na mudança dos acontecimentos. Para o cristão, o sofrimento é o ponto em que o poder da esperança fica cada vez mais claro, ligando o nosso presente ao futuro de vitória, porque para o cristão “os sofrimentos do tempo presente na são para comparar com a glória a vir ser revelada em nós” (Rm 8.18).ConclusãoQuando você estiver sofrendo pelas mais variadas razões, lembre-se de que você não é um desafortunado, mas um amado de Deus. Os sofrimentos pelos quais você tem passado são maneiras belamente estranhas de Deus fazer bem à sua vida.- Ele tem levado você de volta ao caminho dele, que é o caminho da vida, endireitando as suas veredas tortuosas. Se Deus não lhe houvesse mostrado o seu amor disciplinador, onde você estaria ainda?- Ele tem ensinado você a ter compaixão dos outros que sofrem.- Ele tem confirmado o valor da sua fé, por meios das tribulações pelas quais você passa.- Ele tem aperfeiçoado o seu caráter.

Precisava saber disso para prosseguir e seguir em frente.

Que o Senhor abençoe seu dia...

Fabiana Martins

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Uma Areia na vida da Ostra


Esse texto falou muito comigo durate esses dias, por isso gostaria de compartilhar com vcs.




Lá no fundo do oceano, uma ostra abriu bem a sua concha para deixar a água passar através dela. Da água que passava suas guelras extraía o alimento que a seguir ia para o estômago.
De repente, um peixe grande ali perto levantou uma nuvem de areia e lodo com um movimento do seu rabo.
Areia?!
Oh, como a ostra detestava areia. Era áspera e fazia sua vida muito desagradável e desconfortável, era um grande incômodo sempre que entrava na sua concha.
Rapidamente a ostra se fechou, mas tarde demais. Um grãozinho duro e saibroso tinha entrado e se alojado no interior da ostra. Puxa como aquele grãozinho de areia incomodava!
Mas quase que imediatamente as glândulas especiais que Deus lhe havia dado para revestir o interior da sua concha começaram a produzir uma substância para cobrir o grão de areia irritante com uma linda camada macia e brilhante.
A cada ano que passava, a ostra acrescentava mais camadas sobre o grãozinho de areia, até que por fim havia produzido uma grande pérola reluzente e de grande valor.
Às vezes, os problemas que temos se assemelham um pouco a esse grãozinho de areia.
Eles nos incomodam e nos perguntamos por que será que temos que passar por esse incômodo e inconveniência. Mas se permitirmos, Deus, com a Sua graça, começa a transformar os nossos problemas e fraquezas em algo precioso.
Aproximamos-nos mais do Senhor, oramos com maior fervor, ficamos mais humildes e submissos, mais sábios e mais capacitados para enfrentar os problemas. Como bênçãos disfarçadas, o Senhor logo pega esses grãozinhos ásperos de areia na nossa vida e os transforma em pérolas preciosas de força poder, e eles se transformam em esperança e inspiração para muitos.
Deus nos faz mais fortes com cada vitória.
É mais ou menos como uma vacina: Ele nos dá pequenas doses para não pegarmos a doença e para, de uma forma constante e gradual, aumentar nossa resistência. Mas se você nunca for posto à prova, nunca tomar uma pequena dose, nunca conseguirá agüentar a dose grande. De certa forma, o Senhor faz isso conosco.
Ele nos põe à prova nos dando um pouco mais cada dia, para nos testar, para aumentar a nossa resistência e nos tornar mais fortes. Ele nos vacina cada dia com um pouco mais de soro de sacrifício, provações, problemas e luta. Ele procura deixar você mais forte a cada dia e fazer com que consiga dar um pouco mais, sacrificar um pouco mais, sofrer um pouco mais, lutar um pouco mais e crescer um pouco mais.
(autor desconhecido)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

"O CHEIRO DE DEUS"


Um vento frio dançava ao redor da noite enquanto o médico caminhava pelo pequeno hospital até o quarto de Diana.Ainda meio grogue por causa da cirurgia, seu marido David segurava sua mão, esperavam pelas últimas notícias. Naquela tarde de 10 de março de 1991, complicações tinham forçado Diana, com apenas 24 semanas de gravidez, a sofrer uma cesariana de emergência, trazendo ao casal a nova filha, Danae.Com apenas 31 centímetros e pesando só 711 gramas,
eles sabiam que ela era perigosamente prematura.
As palavras do médico caíram como bombas,- Eu não acredito que ela sobreviverá. Disse ele, tão bondosamente quanto ele podia.
- Há apenas 10 por cento de chances dela passar
por esta noite, e mesmo então, se por alguma remota possibilidade ela sobreviver,
seu futuro pode ser muito cruel.Entorpecidos e incrédulos,
David e Diana escutaram o médico descrever
os problemas que Danae enfrentaria se sobrevivesse.
Ela nunca andaria, ela nunca falaria,
ela provavelmente seria cega, e certamente
estaria entre a paralisia cerebral e
o total retardamento mental.- Não! Não! Foi tudo o que Diana pode dizer.Ela e David, com seu filho Dustin de 5 anos,
muito sonharam com o dia em que teriam uma filha.
Agora, em questão de horas, o sonho se perdia.Durante a madrugada, enquanto Danae agarrava-se ao tênue fio de vida, Diana, entre um sono e outro,
via crescer a idéia de que sua minúscula filha
viveria e viveria para ser uma menina feliz e saudável.Mas David, plenamente acordado,
sabia que deveria confrontar sua esposa
com o inevitável.
David então disse que precisavam conversar
sobre o enterro.Diana disse,- Não, eu não quero escutar o que os médicos dizem;
Danae não morrerá! Um dia ela estará bem
e voltará para casa conosco!Como que levada pela determinação de Diana,
Danae agarrou-se a vida, hora após hora,
com a ajuda de todas as máquinas e maravilhas
que seu corpo em miniatura podia suportar.Por ter o sistema nervoso subdesenvolvido,
o mais leve beijo ou carícia só intensificavam
o incômodo de Danae.
Então não podiam sequer levantá-la do berço
para oferecer a força de seu amor.
Tudo o que podiam fazer,
era orar pedindo à Deus que ficasse bem
pertinho de sua menininha preciosa.Com o passar das semanas,
Danae ganhou um pouco de peso e força.
Quando completou dois meses, seus pais
puderam dar-lhe o primeiro abraço.
E dois meses mais tarde, embora médicos
continuassem a advertir que suas possibilidades
de sobrevivência eram remotas,
Danae foi para casa,
assim como sua mãe tinha predito.Hoje, Danae é uma pequenina menina,
mas exuberante com resplandecentes olhos
acinzentados e um insaciável entusiasmo pela vida.
Ela não mostra nenhum sinal de qualquer
dano mental ou físico. Simplesmente,
é tudo o que uma menininha pode ser.Numa quente tarde do verão de 1996,
Danae estava sentada nas arquibancadas de um estádio, assistindo ao jogo do time de Dustin, seu irmão.
Como sempre, Danae tagarelava sem pausa
com sua mãe e com os outros adultos
sentados por perto, quando, de repente,
ela se deixou cair silenciosa.
Abraçada e com a cabeça encostada
ao peito da mãe, Danae perguntou,- Está sentindo este aroma?Cheirando o ar e detectando a aproximação
de um temporal, Diana respondeu,- Sim, cheiro de chuva.Danae fechou os olhos e novamente perguntou,- Você está sentindo este cheiro?Mais uma vez, sua mãe respondeu,- Sim, acho que vamos nos molhar,
é cheiro de chuva.Danae sacudiu a cabeça, e falou bem alto,- Não, é o cheiro Dele.
É o cheiro de Deus que eu sinto quando coloco
a cabeça em Seu peito.Lágrimas molharam os olhos de Diana
enquanto Danae alegremente pulou para baixo
e foi brincar com as outras crianças.Antes das chuvas chegarem,
as palavras de sua filha confirmaram o que Diana
e toda a família já sabia, pelo menos em seus corações,
desde o início.
Durante aqueles longos dias e noites
de seus primeiros meses de vida,
quando seus nervos eram por demais sensíveis
para que pudessem tocá-la,
Deus segurava Danae contra Seu peito
e é Seu perfume de amor que ela se lembra tão bem.
Tradução de Sergio Barros

Que vc sinta sempre o cheiro de Deus
por perto...

Fique com Deus!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

De Mulher pra Mulher - Lóide e Eunice: mães sábias!



Lóide e Eunice, mães sábias!"Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti." (2Tm 1.5).

Em sua primeira viagem missionária, Paulo pregou na sinagoga em Icônio onde muitos judeus e gentios creram no evangelho. Os líderes dos judeus, cheios de inveja, levantaram o povo gentio contra Paulo e sua equipe. Apesar dos sinais e prodígios que eram operados pelas mãos dos servos do Senhor, o povo da cidade ficou dividido e os judeus formaram um motim para apedrejar Paulo. Sabendo disso, tiveram de fugir da cidade e foram para Listra. Listra era uma cidade que ficava nas altas planícies da Licaônia, sendo uma das colônias romanas da Galácia. Não havia qualquer atrativo comercial nessa localidade, mas a sua posição geográfica mostra a intenção romana de defesa, pois a cidade era estratégica.Talvez a segurança da cidade de Listra tenha sido a indicação do Senhor para aquele momento do ministério de Paulo. E ali também pregaram o evangelho. Vendo um aleijado desde o seu nascimento, que jamais andara, Paulo ministrou-lhe a cura em nome de Jesus. E o homem deu um salto e passou a caminhar. O povo da cidade ficou perplexo com o fato e os sacerdotes pagãos trouxeram touros e grinaldas para sacrificarem a Paulo e Barnabé, pensando que fossem deuses. Mas o apóstolo tomou a palavra e falou do poder de Deus, anunciando-lhe Jesus. Entretanto alguns judeus de Icônio e de Antioquia convenceram a multidão a apedrejar Paulo. E eles o fizeram.Deus operou maravilhosamente na vida de seu servo. Após o apedrejamento, crendo que ele já estava morto, a multidão o deixou. Então vieram os discípulos e o rodearam. Paulo se levantou, entrou na cidade de Listra e, no dia seguinte partiu com Barnabé para outro campo missionário. Foram para Derbe.Possivelmente nesse primeiro contato com os judeus na cidade de Listra, a família de Lóide deve ter tido o conhecimento de Jesus como o Messias prometido. Lóide, sua filha Eunice e seu neto Timóteo tornaram-se cristãos. Quando Paulo regressou àquela cidade, já em sua segunda viagem missionária, ele levou consigo o jovem Timóteo. O apóstolo investiu em Timóteo, preparando-o para ser líder e continuar sua missão naquela geração. Paulo lhe passou o bastão e recomendou Timóteo às igrejas, as quais ele visitaria por orientação do apóstolo. Em sua última carta escrita, antes do seu julgamento final e sua execução pelo mandado de Nero, Paulo encorajou Timóteo a perseverar e prosseguir na jornada até o fim. Paulo escreveu, dizendo que orava por Timóteo dia e noite, “trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti”. (v.5).Eunice era uma jovem judia, filha de Lóide, que se casara com um grego. A Bíblia não nos fala os nomes dos esposos de ambas. Quem sabe já fossem viúvas quando Paulo as conheceu em Listra. Entretanto a fé dessas mulheres marcou o apóstolo. Ele menciona sua conduta moral de acordo com a Palavra de Deus e a firmeza desses princípios na criação de Timóteo.Lóide e Eunice tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos. O ensino da Palavra de Deus em sua casa era fundamental. A oração, a meditação nos textos bíblicos e o compartilhar das experiências com Deus eram regra diária na vida dessa família. Timóteo cresceu “respirando Bíblia”. Decorou, meditou e estudou a divina semente, que brotou em sua vida e fez dele um continuador da obra de Paulo.Desde os tempos do Antigo Testamento, havia a orientação divina para que a família se encarregasse de inculcar na mente e no coração dos filhos os princípios eternos da revelação divina. O salmista já dizia: “Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas. Agora também, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros.” (Sl 71.17-18).


Há mulheres que se casaram com maridos incrédulos, ou que crêem em outros deuses, como era o caso de Eunice, e perdem a sua fé, ou se enfraquecem na jornada com Deus. A Bíblia nos aconselha a não nos colocarmos em jugo desigual, mas se este é o seu caso, um casamento misto, isto não deve impedir que você tenha a sua vida com Deus em plenitude. Eunice é prova disso.Conheci uma mulher que era líder da intercessão em sua igreja e que tinha onze filhos. Perguntei-lhe sobre os seus filhos, se estavam firmes nos caminhos do Senhor e também se estavam envolvidos com a intercessão. Ela me respondeu que o marido era alcoólatra e atrapalhou toda a criação dos filhos. Nenhum estava na igreja. O marido a enganara para casar. Ele se batizara, dizendo ser crente e, depois de casado, “mostrou as unhas”. Com a chegada dos filhos, ele tirava a “força” dela na sua educação e eram todos rebeldes e mundanos. E, já que ela não tinha “força” com os filhos, então os entregara aos cuidados do pai, que não tinha nenhum referencial para sua descendência...Enquanto esta irmã contava sua triste história, ao lado dela estava outra irmã, cujo marido também era alcoólatra. Esta irmã se converteu após alguns meses de casada. O marido também ainda não estava convertido, após mais de vinte e cinco anos de casamento. Entretanto a situação dos filhos dessa irmã era bem diferente da outra. Esta irmã procurou colocar em prática tudo o que aprendera sobre família e educação dos filhos, baseada na Palavra de Deus.Ela procurava ser submissa ao esposo e se alimentava dos ensinos bíblicos em todo o tempo disponível. Nem sempre o marido permitia que ela fosse aos cultos, mas ela esperava ocasião favorável para não trazer discórdias no lar. Apesar de ser alcoólatra, seu marido tinha qualidades boas, como todas as pessoas têm. Ela procurava ver apenas as coisas boas que o marido fazia e o elogiava diante dos filhos, mostrando que o pai bebia porque não conhecia o poder de Deus em sua vida. E orava junto com os filhos pela conversão do marido.Naquela ocasião, os três filhos homens daquela irmã eram pastores, estavam bem casados e formando lares equilibrados e felizes. E sua filha também era casada com um homem de Deus e vivia em alegria nos princípios do Evangelho.Eu fiquei pensando naquelas duas histórias. Dois casamentos complicados com finais tão diferentes. A vitória estava nas mãos da esposa sábia. Sabemos que o casamento em jugo desigual traz muitas lágrimas e sofrimento, mas Deus quer transformar estas lágrimas em júbilo. Isto somente é possível quando nos colocamos verdadeiramente na posição de mulheres sábias e prudentes.Pense comigo: Paulo deveria conhecer muitas judias em sua época, entretanto ele elogiou Eunice e Lóide. Não sabemos como era a “luta” dessas mulheres. Não sabemos como era o relacionamento de Eunice com o esposo grego, sendo ela judia e tendo os costumes judeus a serem preservados, como o “shabat”, as festas judaicas, a leitura da Torah (Antigo Testamento). Pelo fato de Timóteo não ser circuncidado percebemos que a influência do pai era forte no lar, mas prevaleceram as orações e a firmeza da fé de Eunice. Ela também, provavelmente, recebera o ensino da Palavra de Deus através de sua mãe, Lóide. Podemos inferir, pelos escritos de Paulo, que Timóteo aprendera bem as Escrituras na mais tenra idade. Ele disse: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” (2Tm 3.14-17).

Na família, o ideal é que o homem tome a posição de ministrar e ensinar a Palavra de Deus aos filhos. Entretanto é a mulher que passa mais tempo com eles em casa, cabendo-lhe esse privilégio maravilhoso. A mãe de Wesley, por exemplo, teve dezenove filhos e os levou a decorar textos bíblicos e as letras dos hinos que cantavam na igreja, desde pequeninos. Dois de seus filhos tornaram-se grandemente usados pelo Senhor como avivalistas. Estes foram John Wesley, que evangelizou milhares, pregando a Palavra com poder e Charles Wesley, que compôs inúmeros hinos avivados. Para refletir:Como você agiria no lugar de Eunice e Lóide? Será que, se Timóteo fosse seu filho, seria educado da forma como Paulo elogiou?Você tem tirado tempo para meditar na Palavra de Deus e para ensiná-la aos seus filhos?Como você tem se portado com seu marido incrédulo? Você tem tido sabedoria no relacionamento com seu marido, para “ganhar sem palavra alguma”? (1Pe 3.1). 


::Por pra. Ângela Valadão

Mudanças



Essa palavra me trouxe a memória alguns princípios engavetados no meu interior, gostaria de compartilhar com vcs.

Mudanças

O universo está em constante mudança. Todas as coisas e pessoas se transformam com o passar do tempo. As fotografias nos fazem perceber o quanto a nossa aparência se modifica.
Algumas mudanças são naturais, tais como o crescimento e o envelhecimento. Mudam também os costumes, os objetos, as profissões, o conhecimento, enfim, a vida.
Como disse o filósofo Lavosier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Heráclito afirmou que “a única coisa permanente é a mudança”.
A ciência e a tecnologia têm causado mudanças constantes e cada vez mais rápidas na sociedade. Os computadores, por exemplo, evoluem com tanta rapidez, que os modelos considerados modernos tornam-se obsoletos após poucos meses de uso. Os telefones celulares trazem inovações tão freqüentes que um aparelho “envelhece” em pouco tempo. Mesmo que esteja funcionando perfeitamente, parece que temos a obrigação de trocá-lo.
Algumas mudanças são necessárias e bem-vindas, trazendo conforto e benefícios reais. Outras são apenas frutos da manipulação capitalista que rege a sociedade moderna. Todos os dias somos atingidos por propostas que nos impelem à mudança: “Troque seu carro, seu telefone, sua casa, sua roupa etc”.
Trocar os objetos que usamos no dia-a-dia não é a questão que mais nos preocupa. Vale lembrar, porém, que toda mudança tem o seu preço e que alguém sempre estará ganhando muito nessa história.
As mudanças atingem também os relacionamentos. Os indivíduos tornam-se desvalorizados e descartáveis como um celular analógico. Permanecer muitos anos casado, com a mesma pessoa, tornou-se algo estranho diante da mentalidade mundana.
Palavras como “compromisso” e “perseverança” estão cada vez mais raras no vocabulário moderno. Poucos continuam dispostos a lutar para que algo dê certo. Se estiver difícil, querem logo partir para outra experiência.
É preciso discernimento e auto-controle para que não sejamos vítimas de um movimento irracional, como folhas secas levadas pelo vento.
Quando a mudança for sinônimo de progresso, devemos aceitá-la e fazê-la acontecer. Entretanto, o cristão precisa utilizar critérios bíblicos para tirar suas conclusões e tomar suas decisões.
A mudança pode se tornar um costume. Se isto é bom ou ruim, depende de cada caso. Um exemplo é a transferência de membros. Mudar de uma igreja para a outra pode ser necessário, mas, quando se torna um hábito, pode ser um problema. Uma planta que vive sendo trocada de lugar, não criará raízes profundas. Por isso, poderá não crescer e não produzir frutos, correndo, inclusive, sério risco de morrer prematuramente.

Motivos

São inúmeros e variados os motivos das mudanças. Elas podem ocorrer por causa de dificuldades, imposições, desenvolvimento etc. Muitas resultam da inteligência e criatividade do ser humano. Outras surgem da curiosidade e do gosto pela novidade. A cobiça também faz o homem correr atrás de coisas novas. Cuidado! O desejo pode ser legítimo, mas, quando está sem controle, assemelha-se a um carro sem freios, podendo causar grandes danos. Você quer realizar alguma mudança em sua vida? Examine antes os seus motivos, a viabilidade, o preço e as respectivas conseqüências. Examine também a possibilidade de retorno. Mudanças radicais e irreversíveis devem ser muito bem planejadas.

Mudança indevida

O filho pródigo morava na casa do pai. Havia ali tudo o que ele precisava para ser feliz. Entretanto, estava insatisfeito e decidiu mudar-se. Não foi apenas uma mudança de endereço, mas de comportamento.
Quem sabe, ele não estaria cansado de viver sob as ordens paternas? Talvez se sentisse controlado. Queria mais liberdade. Gostaria de administrar a própria vida, e experimentar tudo o que o mundo lhe oferecia. Eram tantas novidades, tantos atrativos, que ele não resistiu.
Assim também, muitos filhos de Deus estão atraídos pelas novidades do mundo. Alguns não resistem e acabam abandonando o Senhor, saindo da igreja, desviando-se do evangelho.
Acredito que, logo que o filho saiu de casa, ele deve ter tido um sentimento de liberdade. Imediatamente, começou a “curtir” a vida. Enquanto durou o dinheiro, duraram as festas, os amigos e os relacionamentos com as mulheres. Parecia que a sua decisão tinha sido certa.

Mudança indesejada

Um dia, porém, o dinheiro acabou. O sonho virou pesadelo e uma nova mudança aconteceu. O filho pródigo foi parar no chiqueiro. Isto não estava nos seus planos, mas ilustra bem o destino de todos aqueles que se afastam de Deus. Acabam se transformando em algo que não gostariam e indo morar onde não planejaram. A última morada do infiel será o inferno, a não ser que se arrependa a tempo de ser salvo.
Precisamos estar atentos a esse fato: uma mudança pode provocar outras. Quem quer sair de casa, deve também pensar nas contas que deverá pagar lá fora.
Mudamos algo para atender às necessidades imediatas e perdemos o controle da situação pouco adiante.
Muitos querem os relacionamentos sexuais ilícitos, mas poucos assumem os filhos que eventualmente surgem daí.



Mudança necessária

Embora estejamos muito acostumados às mudanças, continua sendo muito difícil mudar o que precisa ser mudado. Mudança de hábito é algo complicado. Abandonar um vício, começar a caminhada diária ou cumprir a dieta alimentar são decisões e práticas muito difíceis.
No âmbito espiritual também existem mudanças necessárias e urgentes. Arrependimento, conversão e crescimento espiritual implicam em alterações pessoais profundas.
Um dia, o filho pródigo reconheceu que sua vida não estava boa. Ele precisava mudar novamente. Agora, voltaria ao seu lar.
Retornar à casa do Pai era apenas um dos aspectos da sua mudança. Chegando lá, precisou tomar um banho e trocar suas roupas. Sua vida foi totalmente transformada. Ele não poderia continuar saindo todos os dias para “curtir” o mundo lá fora. Ele não poderia sair para trabalhar no chiqueiro. Não poderia levar os porcos para casa. Ele não continuaria sujo de lama, cheirando mal ou comendo alfarrobas nas refeições. Mas não é o que acontece com muitas pessoas? Muitos se dizem convertidos, voltam para a casa do pai, mas vivem como ímpios. (Será que voltaram mesmo?)
Isto não deve acontecer. Conversão não é apenas uma troca de religião, mas mudança de vida. O cristão não pode ser desonesto, mentiroso, ladrão, adúltero etc.
“Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.” (1Co 5.11).
O evangelho precisa causar grandes mudanças em nós. Caso contrário, ele será inútil. “Quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; e vos renoveis no espírito da vossa mente; e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo. Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós. Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Ef 4.22-32).
Algumas pessoas não estão mais nas mãos do diabo, mas ainda dão lugar a ele em suas vidas. Parece que levaram o porco para casa. Mudaram de endereço, mas não de caráter. Mudaram o rótulo do recipiente, mas não o seu conteúdo. O imutável
Algo maravilhoso na parábola do filho pródigo é que, quando ele resolveu voltar ao lar, o caminho ainda existia. A casa ainda estava lá e, acima de tudo, o pai não tinha mudado.
“Disse Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai senão por mim.” (João 14.6).
Deus não muda (Ml 3.6; Tg 1.17; Hb 13.8). Sabemos disso, mas, algumas vezes agimos como se não soubéssemos.
O Senhor não muda porque ele é perfeito. Não pode melhorar nem se tornar ruim. A imutabilidade de Deus é a maior garantia que temos na vida.
Se ficamos surpresos com o Senhor em algum momento, não é porque ele tenha mudado. Nós é que não o conhecíamos bem.
Quando pecamos, podemos pensar que Deus mudará sua atitude para conosco, mas, se houver arrependimento, Deus nos tratará como antes.
O seu caráter não muda. Permanecem também os seus propósitos e suas promessas. Ele não levantará um profeta para dizer, por exemplo, que a volta de Cristo foi cancelada. Da mesma forma, o que ele prometeu para cada um de nós se cumprirá.
O mais glorioso é que o seu amor para conosco não muda (Is 54.10). O pródigo voltou e encontrou o pai no mesmo lugar. Ele continuava sendo seu pai. Continuava amando o filho e esperando por ele. Apesar disso, o filho precisava mudar.
Nós também precisamos mudar para melhor. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2).
“A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” (Pv 4.18).
::Por Anísio Renato de Andrade